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Visão arrojada

Visão arrojadaSoluções para lentes de contato e lágrimas artificiais são categorias que se mostram em pleno crescimento. Entenda os motivos e desfrute de bons resultados

Estima-se que o Brasil tenha, hoje, aproximadamente, 2,5 milhões de usuários de lentes de contato, segundo dados da Sociedade Brasileira de Lentes de Contato, Córnea e Refratometria (Soblec). No mundo, esse número sobe para 125 milhões de pessoas, o que representa cerca de 2% da população apenas. Portanto, ainda há muito potencial de crescimento para esse mercado e, consequentemente, para as soluções de limpeza das lentes. Segundo dados fornecidos pela Alcon, em 2012, a categoria movimentou 3,7 milhões de unidades em volume e R$ 147 milhões em valor, com alta de 5% e 13%, respectivamente, em relação ao ano anterior. “O crescimento reflete o lançamento de novas tecnologias que trazem mais valor agregado a esses produtos”, justifica a gerente de planejamento de marcas da Alcon, Cleís Pompeu. De fato, os produtos que chegam ao mercado trazem benefícios que vão além da assepsia, que é feita de maneira rápida e prática (sem necessidade de fricção). Alguns já trazem agentes umidificantes, garantindo lentes hidratadas por todo o período de uso (que é de, em média, 13 horas por dia).

Dúvidas frequentes dos consumidores

1) Posso reutilizar a solução que fica dentro do estojo? Nunca se deve reutillizar a solução que ficou a noite toda fazendo o processo de limpeza e desinfecção das lentes.

2) É realmente necessário deixar a lente de contato na solução dentro do estojo por seis horas todas as noites? Sim. É nesse período que as lentes passam pelo processo de desinfecção e esse é o tempo necessário para a solução agir combatendo os micro-organismos que podem causar infecções.

3) Como se deve limpar o estojo que armazena as lentes? Deve-se enxaguar o estojo após cada uso com a própria solução e deixá-lo secar ao ar. É indicada a substituição do estojo a cada três meses.

4) É necessária recomendação médica para usar lentes e soluções? Sim. O médico oftalmologista realiza vários exames e verifica, além do grau correto, a fisiologia de cada olho, indicando assim o melhor tipo de lente para cada usuário e solução que tem maior compatibilidade com os seus olhos e com o material da lente.

Fontes: Alcon 

Para potencializar as vendas da categoria é importante que as farmácias trabalhem uma boa exposição, já que aproximadamente 70% das vendas desses produtos são realizadas no canal. “Não existe nenhuma norma para a venda de categoria, porém, as soluções multipropósito devem ficar expostas na gôndola dos demais produtos oftalmológicos e, de preferência, com fácil acesso para o consumidor. Outros produtos que podem compor o espaço são os estojos para armazenamento das lentes e os lubrificantes oculares”, orienta Cleís. Segundo a especialista, na árvore de decisão de compra para as soluções de lentes, primeiro o shopper opta por promoções e depois pela marca. “A farmácia deve se assegurar de ter as marcas mais vendidas sempre abastecidas. Grande parte dos consumidores vai buscar sua marca em outra loja”, avisa a especialista da Alcon.

Vale, ainda, um alerta sobre as soluções de soro fisiológico. Esses produtos não podem estar ao lado das soluções, para não confundir o consumidor do momento da compra. “Por serem produtos mais acessíveis, os usuários de lentes muitas vezes optam pelo soro para fazer assepsia dos seus produtos. Porém, o soro fisiológico não limpa, desinfeta ou remove proteínas, tornando a lente um meio de cultura de micro-organismos bastante prejudicial à visão do paciente”, adverte Cleís Pompeu.

LÁGRIMAS ARTIFICIAIS: UM MERCADO PROMISSOR

As lágrimas artificiais têm a função de repor, hidratar e lubrificar a superfície ocular. “Podem ser utilizadas por pacientes que tenham a sua produção lacrimal diminuída ou por aqueles que apresentam um maior ressecamento nos olhos devido ao ambiente ou atividade a que se expõem. Atualmente a grande maioria das pessoas está exposta a esses ambientes ou realiza atividades que contribuem para a diminuição do filme lacrimal, como por exemplo: ar-condicionado, poluição, vento ou o uso excessivo de computador”, explica a gerente de produto superfície ocular da Allergan, Alessandra Oliveira. As lágrimas artificiais conferem características de solução muito próximas ao filme lacrimal e, por isso, geram conforto após a instilação.

E, hoje, esses produtos já podem ser utilizados por usuários de lentes de contato, principalmente das versões gelatinosas ou hidrofílicas, segundo afirma a especialista da Allergan. “O uso de lentes de contato pode ressecar ainda mais os olhos de pacientes portadores de olho seco ou os olhos daqueles que estão em contato direto com ambientes ressecados por conta de fatores externos, como o ar-condicionado. A utilização nestes casos é indicada pela instilação ao longo do dia durante o uso das lentes de contato, com frequência variável a depender da necessidade do paciente e orientação do oftalmologista”, aponta.

Em 2012, as vendas de lágrimas artificiais movimentaram cerca de US$ 141 milhões, representando um crescimento de 15,3% sobre 2011, segundo dados do IMS Health, fornecidos pela Allergan. E as projeções são positivas para este ano. “A expectativa do mercado como um todo é atingir um crescimento de 15% em 2013”, revela.

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